He Sui gostava secretamente do tio mais novo da família Bo há vários anos. O pai dela usou um favor para exigir recompensa, forçando Bo Hanye a se casar com ela. Após dois anos de casamento oculto, He
A luz da lua atravessava a janela até o chão, derramando-se no interior do quarto, onde dois corpos se entrelaçavam com força, suas respirações misturando-se em um calor úmido e envolvente. Cada centímetro do corpo de Ana estava em chamas sob o toque de Gabriel, seus olhos turvos, as mãos sem força repousando sobre os ombros dele, o corpo delicado se apertando contra o dele.
Ele segurou suas mãos, entrelaçando os dedos, e depositou beijos suaves nos cantos de sua boca, como se quisesse absorvê-la completamente, rompendo sem piedade as últimas barreiras entre eles. A cama tremia, os sons de prazer preenchendo o quarto inteiro.
A consciência de Ana se tornava cada vez mais difusa; ela se sentia mole, deixando-se conduzir por Gabriel sem resistência. Quando despertou novamente, encontrou-se sozinha na imensa cama, marcada por vestígios de paixão, as pernas latejando de dor intensa.
Do banheiro vinha o som da água, e logo Gabriel saiu, apenas com uma toalha enrolada na cintura, exibindo músculos definidos e abdômen marcado. Seus cabelos ainda pingavam, as gotas deslizando pela linha do maxilar, repousando sobre a clavícula sedutora.
"Está acordada?" Gabriel a olhou, com uma expressão difícil de decifrar.
Ana assentiu, lembrando-se da noite anterior, e suas orelhas se tingiram de vermelho.
"Tome o remédio", Gabriel disse, com olhar profundo, atirando-lhe um pequeno frasco.
Ana encarou o frasco, piscando com olhos grandes e inocentes, e pediu com voz de menina: "Acho que estou bem de saúde ultimamente, será que