No início, o dragão vermelho Zhuo Ge só queria ganhar algum dinheiro. Ele gravou runas em ioiôs, fazendo com que o “Dragão Prateado do Além” tivesse um brilho realmente deslumbrante! Permitiu que cart
Aisha jamais poderia imaginar que, após derrotar os kobolds naquele dia, voltando para a cidade, comendo pão e cantando alegremente, seria de repente sequestrada por um dragão!
E ainda por cima, pelo mais temido de todos: o Dragão Vermelho!
Chifres rachados, escamas vermelhas como sangue, asas incandescentes e olhos como magma ardente.
Todas essas características levavam a um nome aterrador — Calamidade Imprevista, o Antigo Dragão Vermelho, Drogor.
A queda da Cidade de Tarin, a destruição da Ordem dos Cavaleiros do Leão, o desaparecimento do tesouro élfico, o incêndio no Templo da Deusa da Magia...
Tantas calamidades terríveis haviam forjado a reputação desse dragão.
Mas, afinal, o que um dragão ancestral queria com ela, uma simples ilusionista de segundo círculo, em vez de atacar a capital ou raptar princesas?
Seria para devorá-la?
Impossível, pois, se fosse o caso, já estaria quase digerida.
Certamente não era por causa de suas pequenas ilusões.
Ou será que...
Um pensamento absurdo lhe atravessou a mente enquanto olhava, trêmula, para o dragão e depois para o pequeno dragão ao lado. Não fazia sentido, não conseguia conceber qualquer razão plausível.
Enquanto era levada cada vez mais longe, o vento trazia o cheiro salgado do mar — agora estavam sobre as águas. A algumas centenas de metros adiante havia uma ilha vulcânica; o dragão começou a planar, abrindo as asas e reduzindo a velocidade. Devia ser ali o covil.
Desculpe, mamãe. Sua filha provavelmente não voltará mais.
A garra dracônica